Créditos: Daniel Perrone.
Noventa e nove
O blog de 1 milhão de reais
Responda rápido: quanto você precisa para criar um blog?
Isso mesmo que você deve ter pensado: é possível fazer um blog de graça.
Aqui mesmo, no WordPress, você faz um blog sem gastar nada, com direito a associá-lo a uma galeria de fotos do Flickr (grátis) e aos posts de seu Twitter (também grátis).
Tem um custo opcional: 30 dólares ao ano para registrar um domínio “.com” (continha rápida: R$4,25 ao mês!).
Pois não é que a Maria Bethânia pediu dinheiro ao governo para criar um blog de poesia? E não foi qualquer merreca não: aproveitando-se da Lei de incentivo à Cultura (a famosa “Lei Rouanet”), o pedido foi de R$1,3 milhão de reais.
E mais: o pedido foi aceito!
Tá certo que não é um blog qualquer. É o maravilhoso “O Mundo Precisa de Poesia”, com um novo vídeo diário da cantora interpretando grandes obras. Serão 365 vídeos dirigidos por Andrucha Waddington.
Como diria um amigo meu, “não é pouca bosta, não. É muita bosta!!!”.
Eu sei que é triste, mas o pedido da cantora é legítimo e legal, já que está de acordo com a lei. A questão é a moralidade do pedido.
Com tantos artistas vivendo em um “mundo particular”, sem local ou instrumentos para ensair, encenar ou gravar um disco, os recursos da Lei Rouanet acabam privilegiando artistas consagrados há décadas, além de superproduções internacionais (o Cirque du Soleil, por exemplo, conseguiu R$9,4 milhões para sua turnê brasileira, cujo ingresso custou mais de R$300).
Esse país não é sério!
Saiba mais:
Não sabe o que é a Lei Rouanet? Clique aqui.
O cardápio muito louco do McDonald´s
Você já ouviu da Bacon Potato Pie? E da McMararronada?
Parece piada, mas pratos diferentes como estes são oferecidos em lanchonetes do McDonald´s ao redor do globo.
Na Ásia

Das fritadeiras asiáticas saem a torta de batata com bacon. É isso mesmo: uma tortinha de batata que é frita. E salgada.
Na Ásia (2)

Uma cestinha comestível abriga o recheio do lanche do McDonald’s Ásia. Nela, tomate ao molho de curry, tomilho, manjericão e orégano com frango e queijo dão um toque especial com sabores do continente.
Na Alemanha

Já vi muito engraçadinho encostar o umbigo no balcão e soltar “Me dá uma McCerveja”. Pois na Alemanha, na França e em alguns outros países europeus a loira gelada está disponível.
Na Arábia

Feito com frango grelhado ou kafta, o McArábia tem alface, tomate, cebola e maionese de alho, fechados em um pão sírio fresco. É praticamente um beirute à moda McDonald´s!
No Brasil

Pouca gente sabe, mas o cardápio brasileiro também tem suas adaptações. O suco de laranja, por exemplo, foi lançado aqui na época em que as únicas bebidas da matriz americana eram refrigerantes. Claro, o Guaraná Antarctica já era coisa bem nossa.
A torta de banana também é tupiniquim (a original é de maça) e o McCafé – anexo dos restaurantes que vende cafés, cappucinos e afins – nasceu no Brasil e teve sua primeira filial-teste em Alphaville, local onde fica também a primeira “Universidade do Hambúrguer” da América Latina.
O texto original eu vi no MSN.com. Lá tem mais opções em outros lugares do mundo.
Fuja de “O besouro verde”
“O primeiro grande filme ruim de 2011″.
Essa frase resume o que é o filme O Besouro Verde. O filme, que chega com status de blockbuster, não consegue empolgar e, pior, faz com que você torça para acabar.
A lista de erros é enorme. Por isso, vamos por partes.
A história
Baseado em um programa de rádio de 1936, o filme conta a história de Britt Reid, um jovem de 20 e poucos anos que herda a fortuna do pai. O problema é que o playboy só quer sber de festas, não entende nada do negócio deixado pelo pai (editor/dono de um jornal) e é um tremendo babaca.
Aí vem o primeiro problema. O personagem central é complicado demais para o “comediante” Seth Rogen, que só consegue fazer com que a gente se canse de sua babaquice. E, convenhamos, é difícil torcer para um herói babaca, não é mesmo.
O segundo erro vem em seguida: quando o protagonista resolve que pode ser um verdadeiro herói e “salvar a cidade dos malvados”, ele une-se ao japinha Kato. O cara faz capuccino, conserta pára-choques e monta carros com armamento mais pesado que os Aston Martin de 007. Só isso!
Acreditar nesse personagem não seria tarefa tão difícil se houvesse o mínino de química entre os atores. O japonês é ruim, e o americano é péssimo, resumidamente falando.
Você já viu isso antes
Sabe aquele super-herói que usa o jornal da cidade para divulgar suas façanhas? É, aquele mesmo que ficou desenhando suas roupas num caderno para ver convence mais…
Pois é. Tudo isso que você já viu no primeiro longa do Homem-Aranha acontece em Besouro Verde.
Tem ainda o vilão, que consegue ser mais babaca ainda ao criar um slogan para ser dito antes de matar um bandido qualquer. Também é novidade isso, né? rs
O japonês usa um efeito “Kato Vision”. Quem viu o excelente Sherlock Homes vai sentir gostinho de dejá-vu. Depois do tal efeito, as lutas ganham um interessante efeito em câmera lenta, algo que você também já viu com o famoso efeito “bullet time” de Matrix (PS: Matrix foi produzido em 1999!).
Apesar disso tudoo filme melhora quando você desencana de todas essas cenas repetidas e de toda a babaquice do protagonista. E, desencanando disso tudo, até que dá pra se divertir um pouco.
3D pra quê?
O ingresso foi mais caro porque o filme é em 3D. Bom, é no cartaz, pelo menos. Na maioria das cenas, enxerga-se melhor sem os óculos.
As lutas e demais cenas de ação não se aproveitam do 3D, uma vez que não se deram ao trabalho nem de simular um objeto qualquer voando em direção da tela.
Ou seja: totalmente dispensável.
O bom é que, em 3D ou não, é sempre agradável (aos olhos masculinos) ver Cameron Diaz em cena. Mesmo que num personagem fraco e dispensável!
Uma das coisas boas na “nova” geração de consoles (leia Xbox 360 e PS3) é a excelente quantidade de jogos de tiro.
Só pra citar alguns, foi nessa geração que séries como Gears of Wars, Call of Duty e Halo se destacaram como os melhores jogos disponíveis até então.
E 2011 já chega com Bulletstorm, um violento mas divertidíssimo jogo de tiro em primeira pessoa (FPS, ou first person shooter, para os mais chegados). A demo, disponível na rede Xbox Live, é curta mas empolgante o suficiente para você querer comprar o game.
Com belo visual e cenário bastante detalhado, Bulletstorm conta a história de um grupo de mercenários que, depois de assassinar um suposto inocente e serem traídos por seus superiores, vão atrás de seu antigo general em busca de vingança.
Um interessante arsenal está à disposição, e a arma mais bacana é uma espécie de chicote laser. Com ele, você busca o adversário do outro lado da tela e o traz para bem pertinho. A finalização do golpe é com você: descarregue sua metralhadora ou acerte a fuça do sujeito com um belo pontapé na cara.
Notou que a brincadeira é bem violenta, né? Pois é isso que torna o game divertido e dinâmico, parecendo um filme de ação. Os cenários lembram um mundo apocalíptico dão um clima interessante ao tiroteio.
Por fim, é um game obrigatório para os fãs do gênero. A minha cópia já está garantida, mas deve chegar só no fim do mês….até lá, vou detonando Halo: Reach, cuja análise publicarei em breve.
Veja mais
Os caras do site Techtudo analisaram a versão completa do game. Antes, dê uma olhada no trailer do game:
Paramore. Sabe o que é, não é?
Meu primo Estevão Buzato, são-paulino e aprendiz de fotógrafo, começou sua temporada de show em 2011.
Um dos shows foi da banda Paramore. Você conhece?
Por isso, convido-o a ler seu primeiro texto no “novo” Blog do Mac pra ver se te convence a, pelo menos, baixar o cd da banda pop americana.
“DOSE DUPLA DE SHOWS”
Não durmi na fila do Credicard Hall, como muitos fãs fizeram. Mas compareci no Sábado e no Domingo e assisti bem de perto as apresentações de Capital Inicial e Paramore em São Paulo.
No primeiro dia, Dinho Ouro Preto comandou o show, como quase nenhuma outra banda brasileira consegue fazer. Ele demonstra uma ENERGIA e ALEGRIA de estar ali no palco que é impressionante.
Uma pequena curiosidade, foi no final do show, quando Dinho pediu pro público cantar “I Love Rock ‘n Roll” e ninguém conseguiu, nem mesmo o próprio vocalista, foi então que Flávio Lemos (baixista), pegou o microfone e ensinou a todos o refrão (“I love rock n’ roll. So put another dime in the jukebox, baby”), que em seguida, foi cantado em coro por cerca de 5 mil pessoas.
O que no dia seguinte, não foi preciso, as 7 MIL pessoas que lotaram o Credicard Hall, sabiam as letras das músicas inteiras e cantaram o tempo todo junto com Hayley Williams (que por sinal é MUITO linda) e companhia. O show foi sensacional, IMPECÁVEL do início ao fim, teve até música EXTRA do SetList, de tantos pedidos de fãs, que cantavam trecho de “My Heart” a cada momento de troca de música.
O show foi encerrado com “Misery Business”, com participações de fãs escolhidos para cantar e tocar junto com a banda.
Veja mais
Confira as fotos do show do Capital Inicial:
http://focka.virgula.uol.com.br/galeria/?album=capital-inicial-credicard-hall-2
Vídeo de abertura do show do Paramore:
Sobre o autor desse texto
Estevão Buzato (@ebuzato) tem 18 anos, mora em Osasco mas vive em São Paulo atrás de um bom show. Vez ou outra ele acaba acertando, e curte bons momentos no mesmo lugar onde estão U2, Green Day, AC/DC e outros!
Bem-vindo ao novo Blog do Mac
Olá!
O Blog do Mac mudou. Está de cara nova, endereço novo…e as mesmas bobagens de sempre!
A todos que me seguem desde 23/11/2008 (devo ter uns 2 seguidores desde então! rs), bem-vindo!
Daqui a pouco tem o primeiro post verdadeiro desta nova versão do blog.
Abraços,
Renato “Mac” Góes
PS: se você procura por um texto do “velho” blog clique aqui.









